Saber não fazer nada é cada vez mais uma arte - já falei sobre isto – e nos dias que correm, porque o tempo não pára, faz-me cada vez mais sentido. Numa sociedade que nos suga e nos impinge objectivos, os meus, os objectivos, são cada vez menos. Não tenho grandes metas, mas tenho uma grande meta: Ter a possibilidade de não ter nada para fazer. E isto, meus amigos, não se alcança do pé para a mão. Poder não fazer nada é cada vez mais uma bênção que poucos podem alcançar. A rapidez dos dias de hoje sega-nos. Será propositado? Talvez, mas o facto de não nos darem tempo para fixarmo-nos num ponto, para podermos observar com calma, torna tudo numa montanha linda e apejada de lixo. Por isso, como poderemos acalmar e abrandar a azafama da nossa vida, do nosso ninho familiar? Lá fora podem andar todos a mil à hora, numa tormenta de carneiros. Será que conseguimos escapar deste trilho? Sim, podemos. Como? Comprando o tempo. Só com dinheiro do nosso lado poderemos dizer que “não” a muita ...
Eu voto em rapar o cabelo, a Sofy vota no penso...
ResponderEliminarJá me aconteceu o mesmo, mas foi depois do ultimo dia de trabalho antes das férias, cortei à frente e depois pedi à fofa para cortar atráz, ela nem necessitou de retirar i pente, bastou-lhe virar a maquina ao contrário.
Claro que o efeito foi pente 3 em tudo, para tentar disfarçar, na primeira semana poderiam observar um gajo com pente 3 e depois com duas riscas na cabeça pente 1...
no final da segunda semana já nem se notava...
Serão aenas 15 dias de desespero.
Nem rapar nem penso. Um gorro à "nigga". Esconde e protege do frio... mesmo o ideal.
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