Nunca tinha conhecido uma pessoa que pensasse, constantemente, alto!
Com isto não quero dizer que almeje grandes voos, não é isso. Fala o que pensa. Está constantemente a mandar cá para fora aquilo que lhe vai na mente quando está a trabalhar.
“Ora bem, esta viga tem 30 cm de largura… mas espera, aqui não está isso indicado!”
E assim sucessivamente. Como não trabalho numa rádio ou revista de imprensa, o assunto pode não parecer propriamente interessante (assim como este próprio texto).
Mas é, pode parecer estupido, mas todos os elementos da construção ganham vida com este meu colega - Uma viga que conversa com um pilar. Uma platibanda que discute com um ralo de pavimento por este estar coladinho a ela. O próprio aço A500 que se mete sempre dentro do betão sem que este tenha a hipótese de o contrariar. O que dizer então de lajes em consola, onde o pré-esforço é essencial?
Fez-se magia e poderia a Walt Disney se inspirar nesta magnifica ideia. Já têm carros, aviões, árvores, calhaus que falam e porque não optarem por uma obra inteira a questionar as grandes questões mundiais. Como a morte ou a própria vida. Fica a ideia. Não a registro porque não quero ficar com os louros do meu brilhantismo.
Até a uma próxima que após este texto, imagino que não seja para tão breve.
Vocês conhecem a dor reflexo?
Não?
Eu conheci a semana passada. Nunca tinha ouvido falar, mas parece que é um fenómeno comum nos especialistas de clinica dentária. Estava, ou melhor, estou à rasca de um dente vai para duas semanas e tive que arriscar um dentista por estas bandas. Calhou-me uma Brasileira, e sou sincero, o sotaque desta gente já me irrita. Não sei se foi de ter levado com as novelas aos magotes quando era um jovem com acne na cara, ou se é por outro motivo qualquer. Mas quando oiço um Brasileiro a dizer que “tou falando verdade” começo logo a desconfiar.
Bem, mas eu sento-me na cadeira mais temida do mundo e digo que me dói um dos dentes de baixo. Não tinha a certeza qual dos dois me doía, mas era um deles. Ela começa a investigar, batendo num, batendo no outro sempre com a ajuda do espelho e passa para os dentes de cima. Pensei que queria analisar a minha qualidade dentária e assim arranjar mais um ou dois que lhe dessem mais uns dólares. Achei normal, afinal to…
Não?
Eu conheci a semana passada. Nunca tinha ouvido falar, mas parece que é um fenómeno comum nos especialistas de clinica dentária. Estava, ou melhor, estou à rasca de um dente vai para duas semanas e tive que arriscar um dentista por estas bandas. Calhou-me uma Brasileira, e sou sincero, o sotaque desta gente já me irrita. Não sei se foi de ter levado com as novelas aos magotes quando era um jovem com acne na cara, ou se é por outro motivo qualquer. Mas quando oiço um Brasileiro a dizer que “tou falando verdade” começo logo a desconfiar.
Bem, mas eu sento-me na cadeira mais temida do mundo e digo que me dói um dos dentes de baixo. Não tinha a certeza qual dos dois me doía, mas era um deles. Ela começa a investigar, batendo num, batendo no outro sempre com a ajuda do espelho e passa para os dentes de cima. Pensei que queria analisar a minha qualidade dentária e assim arranjar mais um ou dois que lhe dessem mais uns dólares. Achei normal, afinal to…