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Presidente de merda!

Não gosto de políticos, detesto politica e normalmente evito falar sobre tudo o que venha desta classe. Poderá ser ignorância minha, desleixo, estupidez, e ser considerado até um peso morto, sem opinião e sem direito a viver em sociedade. Mas o mundo nunca será perfeito.
Acabo sempre por comentar porque eles fazem questão de dizer coisas.
E o nosso Presidente da Republica tem feito isso como ninguém:

- Isto está muito mau!
- Os Portugueses têm que fazer um grande sacrifício!
- Ainda agora começou, ainda vai ser bem pior!
- O que aí vem necessita de muita responsabilidade e luta por parte de todos os Portugueses!
- Não vai melhorar!
- Temos que ter consciência do esforço que será necessário!

Este homem merece os meus parabéns pelas palavras constantes de incentivo.

Comentários

  1. Praticamente "O Único" comentador deste blog...5 de julho de 2011 às 01:31

    Deves ter a mania que sabes fazer sopa...

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  2. Esse senhor dizia 3 meses antes que os Portugueses não aguentavam mais austeridade...mas também é ele que agora anda a mandar os Portugueses para o mar, quem diria o "Gajo" acabou com a Agricultura e com as Pescas, Os estaleiros de Viana que por mero acaso fazem barcos, estão na falência e prestes a ser desactivados...
    Vamos para o mar!
    Será a nado?!?

    será a nado?!?

    ResponderEliminar
  3. Convido este velhadas, mais a sua Maria "doméstica-reformada com 800 euros" a explicar os seus gastos do erário publico. Seria a sua parte do sacrificio. O Sr.PR em vez de andar continuadamente a falar para o ar dizendo que temos que dividir os sacrifícios por todos,devia era perguntar,quem são os culpados desta crise económica em que o país se encontra?Toda a gente sabe!começava por ele:tenho eu a minha consciência tranquila?SLN?não tenho nada a ver com isso,mas houve alguém que teve;não basta dizer que a honra ganhou à blasfémia!então pegava-se no cerne da questão e penhoravam-se todos os bens de O.costas,já não estão em nome dele mas não interessa,loureiros,e mais uma cambada que muita gente sabe por onde andam;Se a justiça funcionasse e houvesse julgamentos sérios(o vil metal fala mais alto)não havia essa corrupção continuada como Isaltinos,Felgueiras,Valentinos,Torrinos e outros mais...

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TEXTOS QUE ME ENTRISTECEM

CAIXAS

Desde muito cedo percebi que não gostava de caixas e de caixinhas. As pessoas têm tendência em organizar e agrupar as suas vidas em caixas. A primeira memória que eu tenho disso foi quando cheguei a uma festa de anos com os meus Pais, ainda era eu muito novo, e a minha Mãe vira-se para mim e diz “olha ali aqueles meninos que têm a tua idade, vai brincar com eles”. A lógica é a mesma de quando hoje em dia me dizem “convida o João e a Cristina, eles têm um filho da mesma idade que a tua”. Mas eu nem sequer gosto do João e a Cristina diz tudo o que lhe vem à cabeça. De início pode parecer giro, mas passados dez minutos era capaz de pendurar a Cristina pelos pés e suplicar a Deus que a levasse para junto dele. O que me preocupa é que a natureza permita que gente desta consiga procriar. “Mas sempre convivias um bocado e as crianças ficavam a brincar, só vos ia fazer bem”. Fazer bem? A quem? Não percebo esta necessidade de mostrar que conseguimos receber gente em nossa casa que não gostamos...

FAZIA TUDO

Eu espero sempre o pior das pessoas. Nunca fico à espera de qualquer espécie de bondade. Talvez porque seja aquilo que eu vejo em mim: pouca bondade disfarçada com alguma disponibilidade. Na minha cabeça tento camuflar tudo isto. Por isso me emociono e me espanto com pessoas genuinamente boas. Duvido sempre delas até ter absoluta certeza. Para mim, querem sempre algo em troca. Nenhum acto é por acaso. Quando as vejo a perder tempo com os outros, acho estranho. O mundo não é assim. Eu não sou assim. Eu trabalho porque recebo ordenado. Perco tempo em fazer comida porque tenho fome e gosto de comer. Tento fazer exercício porque sei que terei a compensação do esforço. Todos os meus actos têm como base uma recompensa. Conheci cedo a bondade. A dos meus Pais. Mas dos Pais é suposto haver bondade. Uma bondade obrigatória. O tal «coração fora do peito» que as pessoas dizem e que me irrita particularmente esta expressão. Mais tarde, já no secundário, conheci a bondade pura. Foi estranho. Muito ...

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Uma forma bonita de elogiar um gago é dizer que "tem dificuldade em se despedir das palavras". Eu tenho dificuldade, não diria em me despedir, mas de aceitar algumas frases de motivação que por estas alturas abundam em todo o lado. "Vamos todos ficar bem!" e depois ao lado um arco-íris pintado, de preferência para criar mais impacto, pelo próprio filho. Mas que merda de frase é esta? Mas desde quando, mesmo sem esta pandemia, vão todos ficar bem? Eu, quando está tudo supostamente perfeito, muitas das vezes não estou bem. Sabem o significado da palavra "todos"? Claro que não vamos todos ficar bem. Posso estar aqui a cometer alguma inconfidência, mas vai morrer mais gente. Isso é certo. E há famílias desesperadas em todo o mundo e claro que os mais pobres serão sempre os mais desfavorecidos. Em Angola, que é um País que ainda acompanho de perto, pedem para a população ficar em casa. Já foram ao Cazenga ou ao Sabinzanga? Em princípio não, mas para vos tentar ...

Morreu

É tão bom estar de volta, como seria se continuasse calado. No entanto achei por bem acrescentar umas linhas. Somente um desabafo em dias menos solarengos. Gosto de gostar de pessoas. Parece fácil, mas não é. Cada vez gosto mais e menos depende de quem estejamos a falar. O meu Pai faleceu. Nada que eu possa escreve servirá de homenagem ao que ele foi. Foi um Pai. E um Pai que se perdeu para sempre. Não voltarei a ter um Pai. O fim de um grande homem como não vejo nos que conheço. Conheço muitos e poucos são verdadeiros homens e os que o são, não são como o meu Pai. Acabou. Diria que foi um fim triste como são os de todos que envelhecem neste País. Não fazemos nada para melhorar a velhice dos outros e estaremos de mãos atadas quando acharmos que temos o direito e deveriam melhorar a nossa própria velhice. Se lá chegarmos ouviremos dizer dos mais novos que tivemos sorte em lá chegar e que somos uns privilegiados por isso. Concordaria se vivessemos no passado ou do passado. Vivemos cada d...